Paralela, um sistema modular concebido pelo estúdio espanhol Nahtrang, nasceu da procura de dar forma à luz, de modo a que a própria luz se torne um elemento luminoso decorativo tangível. Daí a ideia de criar cilindros de vidro borossilicato cheios de luz - unidos entre si por conectores de Nylon PA12 - que usam a gravidade para ocupar o espaço de forma ordenada, entrando num diálogo visual que se torna uma sinfonia de luz. Trata-se de uma nova e completa família de produtos, disponível em versão pendente horizontal e vertical, candeeiro de mesa, candeeiro de pé e arandela, em diferentes tamanhos e cinco cores.
ENTREVISTA COM DANIEL VILA E ESTER PUJOL
Podem falar-nos um pouco sobre qual foi a inspiração inicial para esta coleção?
Estávamos a pensar na imaterialidade da luz, em como, de certa forma, um candeeiro pode conter a luz, tornando-se numa forma por si só.
Inspirámo-nos na ideia de apertar a luz.
Gostamos da ideia de uma escada pendente de linhas paralelas iluminadas, ordenadas pela gravidade, ligadas entre si num ponto em que cada candeeiro repousa e segura o seguinte, desenvolvendo um diálogo visual, uma sinfonia de luz.
O que é mais importante para si quando concebe luminárias?
Ter em mente, não apenas a lâmpada em si, mas também o que queremos comunicar, que tipo de ambiente queremos criar. Para nós, a iluminação é, sem dúvida, o elemento mais importante para criar uma atmosfera agradável, tem o poder de mudar o estado de espírito, de modificar o nosso biorritmo... por isso, sentimos uma enorme responsabilidade ao desenhá-la.
A partir daqui, tentamos embrulhar tudo isto no envelope mais adequado.
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