Objeto de várias interpretações, livres e muitas vezes ambíguas, o Cactus é o ícone do design italiano que revolucionou a paisagem doméstica, subvertendo as fronteiras entre o espaço interior e o espaço aberto. O Cactus surge como um totem irónico e encarna a coragem, a imaginação e o humor do design dos anos setenta. Capaz de atrair a atenção de todos, esta árvore de salão redime-se do funcionalismo a todo o custo, porque pode desempenhar a sua função, mas também ser utilizada como um elemento decorativo alegre. Tem liberdade de interpretação. Cactus ganha vida em 1972, graças ao génio de Guido Drocco e Franco Mello, e questiona desde o início o mundo estático e rígido do design de interiores.
A sua primeira edição foi um tom esmeralda muito profundo (edição esgotada) e, desde então, é reinterpretado ciclicamente de acordo com a cor e o estilo do momento. Em 2007, tivemos a versão branca (edição esgotada); em 2010, foi a vez do vermelho e do preto.
Faz parte de colecções permanentes
em importantes museus internacionais
como o MUDE em Lisboa, o ADAM em Bruxelas
e a Fondation Beyeler em Basileia
Em 2012, por ocasião do quadragésimo aniversário da primeira peça, Cactus surgiu numa nova edição limitada denominada Metacactus. Nesta variação, a cor verde-limão desvanece-se em laranja nas pontas, como se tivessem sido tostadas pelo sol escaldante do deserto.
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